PoderData: rejeição a Lula cai 6 pontos em um mês

A taxa de rejeição de voto no ex-presidente Lula caiu 6 pontos em um mês. Segundo pesquisa PoderData realizada de 10 a 12 de abril de 2022, agora 38% dos eleitores declaram que não votam “de jeito nenhum” no pré-candidato petista.


O percentual é o mesmo registrado em janeiro de 2022. A queda de 6 pontos reverte os movimentos de alta na rejeição registradas pelo petista em fevereiro em março.


Lula segue sendo o candidato menos rejeitado e com o maior número de eleitores que o consideram como o único candidato que votariam: 44%. Bolsonaro fica em 2º lugar com 32%.


Os outros nomes testados tamém têm taxas mais altas de rejeição: Ciro (PDT) tem 49%, Bolsonaro (PL) tem 51% e Doria (PSDB) alcança 62%.



A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 10 a 12 de abril de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 322 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-00368/2022.


Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.


TRAJETÓRIA: REJEIÇÃO

Ciro Gomes tem registrado queda na taxa de rejeição desde fevereiro de 2022, quando atingia 56%. Nesta rodada, o candidato pedetista marcou 49% e está empatado tecnicamente com Bolsonaro, que manteve a taxa estável em 51% nos últimos 30 dias.



“ÚNICO EM QUE VOTARIA”

Lula é o mais bem posicionado e registou um aumento de 4 pontos percentuais na taxa. Hoje, 44% dos eleitores dizem que Lula é o único candidato em que votariam. Bolsonaro repete a taxa registrada no último mês: 32%.